segunda-feira, 7 de julho de 2025
1 vida e 2 amores
sábado, 5 de julho de 2025
Alma vulcânica
Dormi feito rocha
Acordei feito o sol
Voei feito pássaro
Conversei história de antes.
Salada, farofa, samba no pé.
Coração de sangue
Duas horas da manhã, saudades de você, menino bonito de alma
vulcânica,
Cabeça brilhante e alma vulcânica de alma pensante.
Bondade de anjo, descoberta ao acaso, no ocaso.
Vai como pégaso, direto ao peito, pulmão e corpo.
Pensa ser só mente, mas age coração.
Goiás, estradas, risos com lágrimas.
Boa noite.
quarta-feira, 25 de junho de 2025
Luiz - 27 de setembro de 2009 - H
Luiz 1
Confesso que é difícil te chamar, Luiz
Sou romântica inveterada.
Gosto de passear com você. Encontros rápidos, deixam cheiro de amor no ar.
Ar puro, ar de flores e cigarras, lindo lugar para namorar.
Gosto de estar com você rápido e resteiro.
Rápido, itenso e forte.
Intenso, forte, mas posso me enganar.
Gostei!
Tennho medo de permanecer gostando!
Quem bom!
Minha companheira de quarto fuma!
Alívio, não tenho que me esconder atrás de janelas e portas!
domingo, 15 de junho de 2025
Anivesário da Fabíola 6-04-2004 -
Aniversário da Fabíola,
Lua cheia,
querida família cheia de constradições.
Farta de contradições
Discórdias,
Pressões
Prisões.
De fora tudo lindo, carreiras exitosas, recursos no banco escondidos nas gavetas do cômodos.
Flores do Cerrado
Flor do cerrado
Ferrado de burro
Ferrada na vida
Surrada de morte
Flores do cerrado
saindo de jeito,
com gestos leves.
Gente penteada, sapato verniz,
Saia bordadada.
Saia de filó.
Sapato de veniz.
Flor do cerrado
Flor despresada.
Flores do cerrado,
Carrapato, mosquito que voa, zoa e ferra a cara careta da gente
Flores do cerrado, banda, bagunça e furdunço.
Rola conhaque, coca, não cola.
Flores do cerrado
Banda,
Samba,
Bumbu,
Maráca, marchinha,
Furdunço
Flores do cerrrado andando,
andando, aguentando chatura, feiura.
Flores do cerrado dançam ao vento a "Valsa do Amor maior" que sai da flauta doce atravessa coração;
bate melodia, bate sadia, bate sorte, no poste de luz, bate forte.
Enfim noire, a luz do poste acende.
É a vez dos insetos, aparecem de todo lado para disputar a nesga de luz do único poste com luz.
Batalha sem arma que o inseto é perdedor.
Triste batalha sem armas, de flores, de bichos, todos sabem o final.
Ninguém desiste dela.
Brasília, 2004
Só mente
Embora pense ser só mente
Age coração
Goiás, estrada,
Risos com lágrimas de canhão
Boa noite
Te amo
Brasília 2004
Coração de sangue
Dormi feito rocha
Acordei feito sol
Voei feito pássaro
Conversei histórias de antes
Cortei, faca amolada
Salada
Farofa
Samba no pé
Coração de sangue
Brasília 23-02-2004